Outras duas vítimas não puderam ser reconhecidas. Assassinos tinham eram vinculados ao grupo Hamas.
Por G1
O ataque terrorista realizado na manhã desta quinta-feira (30) em Jerusalém causou a morte de três pessoas, entre elas um rabino reconhecido como Elimelech Wasserman, de 73 anos. Até a última atualização desta reportagem as demais vítimas fatais não haviam tido seus nomes divulgados.
Um rabino é um líder religioso judeu e estudioso da Torá, responsável por guiar a comunidade e ensinar sobre a religião. Israel é um país de maioria judaica, diferente dos seus vizinhos predominantemente muçulmanos.
A polícia de Jerusalém afirmou que os terroristas, armados com um rifle e uma pistola, dispararam contra civis em um ponto de ônibus na entrada da cidade e, em seguida, foram mortos por policiais israelenses.
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Judeus choram a morte de rabino Elimelech Wasserman, em Jerusalém, após ataque terrorista em 30 de novembro de 2023 — Foto: Ronen Zvulun/REUTERS
Em comunicado, o Hamas afirmou que o ataque terrorista “foi uma resposta natural a crimes sem precedentes que vêm sendo conduzidos pela ocupação”, em referência a ações de Israel na Faixa de Gaza.
Segundo a polícia de Israel, os atiradores vieram de Jerusalém Oriental e foram parados por soldados de folga.
A agência interna de inteligência de Israel, Shin Bet, identificou os assassinos como Murad e Ibrahim Namer.

